domingo, 21 de maio de 2017

Domingo

Sozinho
Mato minhas horas
Sobrevivo, incólume,
Às minhas memórias
Me defendo do nada
Com livros, músicas
Quadrinhos, histórias...
Palavras, imagens e melodias
São como sangue quente
Em minhas veias frias.
Estar aqui, simplesmente,
Nesse tempo que flutua
Estático, parado
É esperar um alguém
Que, tristemente, nunca vem
Ficar aqui do meu lado.

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